História

Custódio Silva é proprietário, fundador e administrador do Grupo RegiMagos. Tendo dado início à sua carreira profissional há 33 anos, em Lisboa, aproveitou a deslocação profissional da esposa para Coruche para aí abrir um novo serviço de saúde. A qualidade de vida que encontrou levou-o a fechar os espaços que detinha na capital e a assumir o Ribatejo como a sua nova “casa”. “Sempre me interessei por projetos arrojados, polivalentes, que exigissem para além das competências no âmbito da saúde oral, uma forte componente de gestão”, assevera.

O Grupo RegiMagos, sediado em Salvaterra de Magos, espelha a constante aposta deste empresário na evolução e crescimento sustentável. “Esta era uma casa habitacional e foi totalmente renovada para acolher a clínica. Em Dezembro de 2014 foi inaugurada uma ampliação dos espaço que nos permitiu criar novas salar para as diversas especialidades, uma sala de formação e um gabinete de Imagiologia Dentária”.

A RegiMagos chega a toda a população, através da parceria com especialistas de todas as áreas da saúde, mantendo também os acordos com todas as grandes seguradoras que atuam no mercado. “Essa é a minha grande satisfação enquanto profissional – que dá-me energia para continuar a trabalhar, poder disponibilizar todos os serviços apoiado por equipamentos de vanguarda”. Prova disso é a recente aquisição de um ecógrafo de última geração com tecnologia 3D e 4D.

Custódio Silva denota o crescimento do número de pacientes que opta por adquirir seguros de saúde: “A RegiMagos atende 60 a 70% de pacientes particulares, tendo todos os acordos com as seguradoras, apenas a restante percentagem apresenta esse benefício. Nos últimos quatro anos, tenho verificado a maior aposta por parte dos cidadãos na aquisição de seguros, com vista a pagarem menos pelos atos médicos, mas entendo que apenas as que têm patologias ou historial clínico justificam esse investimento”.

Apesar de ver benefícios, enquanto empresário sente a pressão crescente das seguradoras, “que esmagam as margens de lucro” atribuídos aos médicos. “É necessário entender que os médicos administram empresas, que como tal têm de gerar lucro. Se o serviço é cobrado a baixo custo, não se conseguem fazer omeletas sem ovos”. Prezando sempre, e em qualquer circunstância, a utilização de material de primeira linha, o profissional alerta que nem todas as clínicas têm essa capacidade: “Considero que as seguradoras deveriam pagar o preço certo que possibilite ao profissional ter margem para adquirir materiais de primeira qualidade, tratando o paciente com o máximo de rigor e cuidado”.

Em final de conversa, Custódio Silva, não deixa de reforçar a crescente dificuldade das pequenas e médias empresas que “vivem asfixiadas com a atual situação fiscal”: “A gestão tem que ser muito rigorosa. Entrei nesta profissão porque quis, trabalho por paixão, pago os meus impostos, crio emprego, como tal o Executivo devia dar ouvidos a todas as empresas cumpridoras, como a minha, e perceber as suas necessidades”, conclui.

Nuno TavaresNuno TavaresNuno Tavares
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